Mercado da arte, facto e dados :

2014 fui um ano excecional no domínio da arte recordes foram batidos em vendas de leilão, do qual a valorização permitiu uma progressão de 26%, registando assim recordes absolutos. O numero de vendas de leilão d’obras de arte superior a 1 milhão de dólar que foram atingido com um recorde absoluto. Por isso, 2000 obras de arte foram vendidas a mais de 1 milhão de dólar, em comparação a 460 d’obras de arte vendidas em 2004 como o mesmo montante. Por outro lado, 221 obras de arte foram vendidas a um preço superior a 1,5 milhão de dólares e 125 obras de arte foram negociadas com um preço igual o superior a 10 milhão de dólares, em comparação a somente 18 obras em 2005.

De maneira significativa, 28% das obras vendidas em 2014 foram vendas a repetição, quer dizer dos lotes adquiridos nas vendas de leilão nos anos precedentes. Esse ratio de 28% de lotes entregue as vendas de leilão, eram do resto mais elevado desde da colocação de estatísticas sobres a vendas de leilão, ao seja desde de 1985.

Em 2014, o numero global das vendas de leilão atingiram assim 15,2 Millard de dólares em comparação à 12,4 Millard em 2013. Essa progressão do mercado da arte e fulgurante sobre a década. De facto, o indício de Art Net das obras de arte esta em progressão de 434% entre 2003 e 2014. Esse indício que mesura a evolução do mercado da arte, bate todas as outras classes d’activos sem excepção, o seja os mercados bolseiros, os metais preciosos, os vinhos finos e carros de colecção. Nesse contexto, os mercados americanos e europeus só representavam 95% das vendas global há 20 anos, hoje os compradores afluíram de todos os continentes. De facto, a China se classifica, a frente dos Estados Unidos, em qualidade do primeiro no mercado mundial.

Hoje em dia, o quadro o mais caro do mundo é um Gauguin negociado de comum acordo em fevereiro 2015 à 300 milhões de dólares. O mês de maio 2015 foi por isso um mês histórico sobre os resultados das vendas de leilão. Foi nessa ocasião, que tomamos a medida do impulso espectacular do mercado de arte, como as vendas de leilão da primavera em Nova York em 2015 permitiram de bater vários recordes. Não é nada menos de 2.6 milhares de dólares de venda que foram registados por as duas mais grandes casas Chrisite’s e Sotheby’s consagrando assim o quadro vendido as vendas de leilão os mais caro do mundo e a escultura vendida a mais cara do mundo. Assim, durante que as “Femmes d’Alger” de Picasso se disputava a quase 180 milhões de dólares a saída duma batalha legendária que durou 11 longos minutos, um bronze de Giacometti, “l’homme au doigts”, torno-sou a escultura mais cara do mundo a 141 milhos de dólares.

O precedente recordo duma obra de arte vendida numa venda de leilão, o seja, o tríptico de Francis Bacon, vendido em 2013 na Christie’s à 142 milhões de dólares, foi alegremente batido. Essa noite histórica organizada pela Christie’s fui memorável a mais d’um titulo, numa parte pelos recordos batidos, mas igualmente per a qualidade das obras de arte em venda, assim que o numero baixo dela, isso porque Christie’s tomou uma decisão estratégica excecional de só vender 35 lotes nessa noite.

Em desordem, alguns elementos numerosos dos resultados sem precedente em maio 2015:

  • 9 lotes produziram um beneficio anual do menos 20%, e um permitiu uma apreciação de 34,3% de maneira anual para um comprador que o tinha comprado 13 anos antes.
  • Uma obra de Roy Lichtenstein permitiu igualmente uma gratificação de 17,4% sobre uma base anual aos seus proprietários que o tinha comprado 17 anos antes.
  • Essas vendas de leilão em maio 2015 viram a conservação de Christie’s para ficar com a melhor parte, o seja volume de negócios de 1,56 milhar de dólares só par o mês de maio 2015 que permitiram de monopolizar a ela 65,7% o volume de negócios global do mercado da arte.